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Gestão Sindical

5 critérios na hora de escolher um bom software para gestão sindical

Contar com um bom software para gestão sindical é uma excelente forma de superar desafios que esse tipo de instituição enfrenta, reduzindo custos, promovendo a comunicação e potencializando a eficiência de processos internos. Neste texto, vamos apresentar a importância de um software na gestão sindical e 5 critérios que você deve avaliar na hora de escolher um bom sistema. Confira! Qual a importância de um software para gestão sindical? Entre os principais desafios de uma boa gestão sindical temos a redução de custos, as negociações, a comunicação interna e o aumento de arrecadação. Além disso, existem também dificuldades quanto à produtividade e ao gerenciamento de atividades. Realizar essas atividades manualmente, além de exigir muito esforço das partes envolvidas, pode ocasionar em falhas humanas que podem comprometer todos os processos realizados pelo sindicato. Com o auxílio da tecnologia, é possível superar esses desafios e potencializar ainda mais os resultados de sua gestão sindical. Um sistema próprio trará informações em tempo real sobre os processos, fortalecer a comunicação interna e favorecer o controle de dados. Por isso, fazer a escolha certa é fundamental para assegurar os benefícios de um software para gestão sindical e alcançar os melhores resultados. 5 Critérios que você deve avaliar na hora de escolher um bom sistema Além de contar com as funcionalidades que compõem um excelente sistema de gestão sindical, você deve avaliar alguns critérios que servirão de base para assegurar o seu investimento e trazer um retorno satisfatório. Confira 5 pontos que você deve ficar de olho durante a contratação desse sistema. 1. Observe as funções do sistema Todo obstáculo encontrado em uma gestão sindical pode ser solucionado por meio de um sistema próprio para esse tipo de instituição. Para isso, é fundamental avaliar como a ferramenta poderá desempenhar, resolvendo problemas e automatizando processos. Antes de realizar a contratação de qualquer sistema, é crucial identificar as funções do software e como elas podem ser úteis quanto às suas necessidades. Conhecer e compreender Antes de contratar qualquer sistema para auxiliar na sua gestão sindical, é fundamental que você avalie as funções dessa ferramenta para entender como ela poderá ajudar você na superação de desafios. A falta de atenção para esse detalhe pode ocasionar em um sistema com funções que sua entidade não usará — ou que farão falta. Com isso, você terá custos extras para a implementação de recursos por meio da customização. 2. Verifique o foco do fornecedor de software Existe uma grande variedade de fornecedores de softwares no mercado — para os mais diferentes segmentos. Nesse sentido, nada adianta adquirir uma ferramenta considerada eficiente para a sua entidade se ela não foi desenvolvida com o foco nos desafios encontrados pelo sindicato. O ideal é fechar negócio com uma empresa focada no seu segmento. A especialização nas necessidades da gestão sindical é a melhor forma de garantir que o sistema funcionará de acordo com as suas necessidades. Dessa forma, você terá a certeza de que a fornecedora de software trará uma solução alinhada às suas necessidades, trazendo melhorias contínuas aos processos. Além disso, esse tipo de parceria. Assim, você terá a garantia de uma solução alinhada aos obstáculos de entidades sindicais e que trará melhorias contínuas de processos e ficará atenta às mudanças de legislação ou mercado. 3. Avalie o preço e os benefícios Encaixar um investimento no orçamento é um processo que deve avaliar todos os novos custos para evitar o comprometimento das suas operações. O mercado de tecnologia conta com diversas oportunidades de negócio e com faixas de preço que podem variar de um fornecedor para o outro. Antes de tudo, é preciso avaliar se a sua aquisição será benéfica à entidade sindical. Com isso em mente, é possível avaliar melhor as oportunidades existentes no mercado e identificar qual contratação será adequada às suas necessidades atuais. Para nortear melhor a sua pesquisa, procure entender melhor como o sistema poderá beneficiar a entidade sindical, como: – Automação de processos; – Segurança otimizada; – Integração entre departamentos. Outro ponto fundamental que você deve avaliar é quanto ao tempo de implementação do sistema. A extensão desse período pode trazer consequências negativas, comprometendo os seus processos e trazendo prejuízos. 4. Veja se o sistema pode ser personalizável às suas necessidades A personalização é outro critério fundamental para fechar um bom negócio. A adoção de um software para gestão sindical envolve diretamente a forma como esse sistema irá ajudar nos seus processos. Para isso, ele precisa se adequar à realidade da entidade. Muitas ferramentas no mercado não possibilitam a personalização. Por isso, é fundamental fazer uma pesquisa para entender como o sistema irá se adaptar à rotina do sindicato e às suas necessidades. Contar com uma ferramenta customizável é uma garantia de resultados melhores. Com isso, é possível favorecer a adesão das equipes, facilitando a forma como as pessoas envolvidas se adequam à tecnologia. 5. Entenda quais são os parâmetros de segurança da ferramenta Hoje, com a Lei Geral de Proteção de Dados em vigor, a integridade das informações digitais é um assunto extremamente fundamental para o sucesso de qualquer organização. A segurança é um aspecto muito visado por qualquer empresa. A gestão sindical também depende de um bom controle de dados. Com a ocorrência de ciberataques cada vez mais frequentes, contar com um critério de proteção mais robusto é fundamental para evitar prejuízos à imagem do sindicato. Um software para gestão sindical é capaz de armazenar os dados na nuvem — que é um ambiente totalmente favorável para a proteção à integridade das informações virtuais. Além disso, essa ferramenta conta com protocolos de segurança para trazer ainda mais tranquilidade aos usuários. Por isso, é fundamental fazer uma pesquisa no mercado e identificar quais soluções trazem os parâmetros de segurança mais adequados para a proteção dos seus dados. Pronto! Seguindo nossos 5 critérios, temos a certeza de que você será capaz de encontrar um bom software para gestão sindical. Lembre-se sempre de procurar por parceiros confiáveis. Assim, você terá um bom suporte para assegurar o funcionamento do seu

Gestão Sindical

Gestão sindical: 4 pontos essenciais para sua entidade ter um bom desempenho

Trabalhar na gestão sindical é um desafio bastante interessante. São vários pontos a serem considerados, desde controle financeiro até a colocação em prática de ações relevantes – para proteger os direitos de quem faz parte do grupo e espera da entidade um apoio efetivo nas demandas desejadas. Mas, como fazer com que a entidade se organize bem e tenha, de fato, um desempenho satisfatório na gestão? Alguns pontos são indispensáveis para a gestão sindical e é esse é o tema desta conversa. Falaremos um pouco mais sobre o tema, apresentando alguns dos pontos mais relevantes, que não podem faltar no processo de gestão. Assim, os responsáveis por essa atividade poderão entender ainda melhor como alavancar a organização e o funcionamento do sindicato em que atuam. Crie planejamento e pense no futuro O primeiro passo para que uma entidade tenha futuro é pensar a longo prazo. As atividades feitas hoje precisam resolver problemas atuais, mas também indicar caminhos para ações seguintes. Entender o contexto do setor que o sindicato defende é fundamental para criação deste plano. Quais são as demandas que se formam para o futuro? Como os afiliados do sindicato entendem seus próprios caminhos para os anos seguintes? Juntando as respostas para estas perguntas, os gestores podem criar metas. É preciso ser realista também, não dá para idealizar um futuro a longo prazo sem que as ideias sejam baseadas em uma análise com bases reais. Obviamente, alguns contextos ou fatos específicos podem mudar tudo, e por isso também é importante que a gestão sindical seja feita com margem para manobras e correções. O que não pode acontecer é deixar as coisas acontecerem aleatoriamente, acreditando que tudo dará certo. É preciso incluir as pessoas envolvidas no sindicato e formar planos para que todas entendam que há uma proteção e uma segurança sobre o futuro. Antecipação de problemas e falhas no setor Além de planejar o futuro, os dirigentes que fazem a gestão sindical também precisam ser capazes de antecipar problemas que a classe em questão pode ter. Analisar o futuro não serve apenas para entender as tendências e se preparar para elas. Sempre haverá pedras no caminho e saber reconhecê-las, para ter uma proteção maior, é parte essencial desta função. Para isso, é importante sempre ouvir os afiliados, que estão na linha de frente do segmento em questão e podem ter uma boa visão sobre o que está dando errado, ou pode vir a dar em algum tempo. Por meio do uso de ferramentas de gestão, que comparem atividades de períodos diferentes, por exemplo, é possível perceber se, de um período de tempo para outro (semana, mês, ano), houve queda em determinados indicadores. Se sim, é fundamental entender os motivos e tentar antecipar futuras alterações que sejam perigosas. Conseguir corrigir as falhas de maneira rápida também faz parte de uma boa gestão sindical. Assim, cria-se mais proteção para os afiliados, gerando segurança para que eles sigam cumprindo suas funções e mantenham a confiança na entidade. Se os problemas se repetem ou aumentam, a sensação que se tem é de que o sindicato não faz nada. Neste caso, a gestão estará fadada ao fracasso. Comunicação com os integrantes do grupo A gestão é, também, comunicação. De nada adianta fazer o trabalho se isso não for repassado e conversado com quem faz parte do sindicato. Tudo precisa ser conversado e definido de forma justa. Qualquer ação precisa ser combinada com os integrantes, em uma organização do tipo sindical, é fundamental que haja coesão e democracia nas escolhas. Se não, a essência de um grupo desse tipo se perde. Afinal, se o objetivo é que o grupo se forme para lutar pelos direitos e pelas melhores condições para um determinado setor, não existe gestão monocrática ou que se comunique com poucos para definir o que é o ideal para toda uma classe. Portanto, é sempre importante lançar comunicados, abrir votações e ouvir os diferentes integrantes. Assim, cria-se uma base maior de argumentos para que todo o sindicato funcione. Claro, é difícil que todas as decisões agradem a todos os envolvidos, seja em um sindicato ou em qualquer outro tipo de associação. As pessoas têm suas visões particulares. Mas faz parte de uma boa gestão sindical a comunicação e a possibilidade de que todos os integrantes possam ter sua voz ouvida para que as ideias sejam mais completas e de acordo com o que o setor precisa. Estímulo a novas lideranças Outro ponto que será importante para que o sindicato tenha bom desempenho, e se mantenha assim por longos períodos, é o contínuo estímulo a novas lideranças. A partir do momento que uma pessoa, ou um grupo muito pequeno em termos proporcionais, assume a direção e não abre espaço para outros, a situação começa a se perder. Ter a ideia de que novas cabeças merecem ter espaço para lançar ideias é o que faz um sindicato se estabilizar e ter sucesso por maiores períodos de tempo. Afinal, o tempo passa e as situações mudam. Quando a tomada de decisão fica com os mesmos, é difícil que haja uma adaptação ideal às novas demandas. Isso sem falar no fato de que, visando à criação de uma cultura de participação e de luta pelos direitos de todos os afiliados, é fundamental que o exemplo venha de cima, com os responsáveis pela gestão abrindo espaço para que diferentes grupos se manifestem em condições de igualdade com os demais. Se o clima na gestão for de abertura e convivência, isso significa que a gestão sindical está no caminho certo para ter o melhor desempenho, entregando as soluções ideais para seus afiliados. Com isso, chegamos ao fim de nossos pontos. Cada sindicato tem sua característica, obviamente. Mas esses tópicos são inerentes ao bom desempenho de uma gestão sindical. Sem eles, a tendência é de que o trabalho não seja o ideal. Gostou? Quer ler mais conteúdos como esse? Acesse o nosso site e nos siga no Facebook e Instagram.

Gestão Sindical

Mitos da contribuição sindical e as verdades sobre ela

Com a Reforma Trabalhista de 2017, esse tributo perdeu seu estatuto de obrigatório. Mas ainda segue sendo fundamental para a força dos sindicatos no Brasil. É preciso, no entanto, olhar para além dos mitos da contribuição sindical criados nos últimos anos. As novas normas referentes à contribuição ainda causam algumas dúvidas, tanto nos trabalhadores quanto nos empregadores. Sendo assim, montamos este texto com os mitos da contribuição sindical e verdades sobre a nova forma de arrecadação desse imposto. O que é a contribuição sindical? A contribuição sindical é um tributo que está previsto na Constituição Federal e na Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). Ela é recolhida anualmente e tem como objetivo financiar as atividades dos sindicatos representantes da categoria profissional do trabalhador. Até 2016, essa foi uma das principais fontes de arrecadação dos sindicatos. Seu caráter de obrigatoriedade se estendia a todos os trabalhadores, mesmo para aqueles que não faziam parte de algum sindicato. Dessa forma, os valores recolhidos pela contribuição sindical custeiam as entidades sindicais como forma de garantir as ações de proteção trabalhista e mantê-las ativas. Por exemplo, sustentar o Fundo de Amparo ao Trabalhador. Esse fundo é administrado pelo Ministério do Trabalho, sendo utilizado para bancar o pagamento dos benefícios concedidos aos trabalhadores (seguro-desemprego e abonos salariais) e para financiar iniciativas de geração de postos de trabalho, renda e emprego. Como é feita a contribuição sindical? A contribuição sindical é feita anualmente. Seu valor corresponde a remuneração referente a um dia de trabalho dos profissionais com carteira assinada. Esse valor é descontado diretamente da folha de pagamento pelas empresas e depois repassados a federações, confederações, sindicatos ou qualquer instituição que representa uma categoria de profissionais. É importante salientar que, como o valor da contribuição é baseado no salário do trabalhador, ele varia conforme o salário, sem a inclusão das horas extras feitas pelo trabalhador. Essa questão derruba um dos mitos da contribuição sindical mais disseminados. A contribuição sindical é um pagamento em duas etapas. Primeiro, as empresas descontam os valores do tributo da folha de pagamento do colaborador no mês de março. No mês de abril, as empresas recolhem esses valores através do pagamento da Guia de Recolhimento de Contribuição Sindical (GRCSU). Sendo que, o valor da guia é referente ao que foi descontado do salário dos trabalhadores. A contribuição sindical depois da Reforma Trabalhista A Reforma Trabalhista (Lei 13.467/17) começou a vigorar em novembro de 2017. Ela alterou vários artigos da CLT e que versavam sobre as relações de trabalho. Uma das alterações diz respeito sobre a obrigatoriedade do recolhimento e pagamento da contribuição sindical dos trabalhadores e das empresas. Dessa forma, o pagamento da contribuição sindical perdeu sua obrigatoriedade. Agora, o funcionário precisa comunicar à empresa o seu desejo de contribuir com o sindicato da sua categoria. Só assim, poderá ser descontado um dia de salário da folha de pagamento do mês de março para repasse aos sindicatos. É importante salientar que, como a Reforma Trabalhista aboliu a contribuição sindical, ela tornou o seu pagamento opcional. Assim, o trabalhador decide se quer ou não contribuir com os órgãos representantes da sua categoria. Nos casos em que os profissionais optam por manter a contribuição sindical, a responsabilidade pelo recolhimento e repasse continua sendo do empregador. A forma de recolhimento não sofreu alterações, continua sendo feita por desconto na folha de pagamento e posterior pagamento da guia. A Reforma Trabalhista também terminou com as consequências jurídicas aplicadas ao não pagamento da contribuição sindical. Antes de 2017, o não recolhimento poderia acarretar processos e punições para o empregador, como a cassação do alvará de funcionamento. Como a contribuição passou a ser opcional, o empregador fica livre dos processos pelo não recolhimento desses valores. Desde que, o trabalhador não tenha expressado sua vontade de fazer a contribuição sindical. Além disso, o texto da Reforma Trabalhista também impede que as convenções e assembleias coletivas dos profissionais imponham a contribuição obrigatória aos trabalhadores. Como a contribuição sindical é distribuída De acordo com a CLT, os valores arrecadados através da contribuição  são divididos entre diversas organizações do setor. Sendo que cada tipo de instituição recebe um percentual diferente. Para derrubar alguns mitos da contribuição sindical espalhados por aí, é preciso detalhar essa dinâmica. A divisão é feita da seguinte forma: – 60% vão para sindicatos de base; – 15% para as federações sindicais; – 10% ficam com as centrais sindicais; – 5% com as confederações sindicais; – 10% vão para a Conta Especial de Emprego e Salário, que faz parte do Fundo de Amparo ao Trabalhador. Contribuição Sindical Rural A Reforma Trabalhista também alterou a contribuição sindical rural. A partir de 2017 ela também passou a ser opcional, sendo que o trabalhador rural precisa fazer uma declaração formal indicando seu desejo de contribuir com os sindicatos. O cálculo para determinar o valor da contribuição sindical rural não é feito com base no salário, mas em relação ao valor de mercado da propriedade, o Valor de Terra Nua e Tributável. Para as Pessoas Jurídicas, o cálculo da contribuição sindical é igual à parcela do capital social da propriedade. No primeiro caso, a data limite para o recolhimento é 22 de maio de cada ano. Já no segundo, o prazo vai até 31 de janeiro. As contribuições são destinadas à Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, órgão que representa os sindicatos rurais brasileiros. Contribuição Sindical Patronal Os sindicatos patronais são as instituições que representam os empregadores e que buscam benefícios para a categoria, como melhores condições para a produção e redução de custos. Antes da Reforma Trabalhista, a contribuição sindical patronal também era obrigatória a todos os empregadores. Seu cálculo leva em consideração o capital social da empresa. Ou seja, o valor da empresa no ano anterior é a base para determinar os valores a serem pagos referentes a contribuição. O percentual cobrado varia de acordo com o tamanho da empresa, por isso, as alíquotas variam entre 0,02% e 0,8%. O pagamento da contribuição sindical patronal é feito em janeiro. Depois da

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Qual a importância do sindicato manter o cadastro atualizado dos associados?

O sindicato é uma associação que faz o cadastro para representar os interesses econômicos e profissionais de um determinado grupo de pessoas pertencentes a uma mesma classe. Eles no século XVIII, numa movimentação dos próprios trabalhadores em busca de seus direitos. Através dessa organização, vários direitos foram adquiridos. E realizar o cadastro é uma parte fundamental em todo o processo. Pois é, pois é através dele que o associado garante benefícios como: respaldo jurídico, cursos, auxílio na luta por direitos e vários outros. Não basta, porém, apenas fazer o cadastro. É importante mantê-lo constantemente atualizado. A razão para isso vem de diversos motivos, os quais passaremos a antender melhor ao longo deste texto. Venha conosco! Arrecadação atualizada Quando uma empresa de um setor muda, fecha ou uma nova abre, todos os dados são alterados diretamente nos dados da Receita Federal. Mesmo com a reforma trabalhista de 2017, que tirou a obrigatoriedade da contribuição sindical, a associação ainda precisa de verba para funcionar. E o valor desta contribuição é calculado com base no salário que o profissional recebe. Com os dados desatualizados, esse valor pode passar a ser maior ou menor do que deveria. O que, claro, pode afetar diretamente o funcionamento da associação como um todo. Manutenção de dados importantes Outro motivo importante para o sindicato manter os dados atualizados, é que é através deles que vários benefícios são concedidos. Se alguém tiver direito a uma aposentadoria especial, por exemplo, é necessário comprovar o tempo especial. Mas isso não será possível caso o cadastro não esteja em dia, o que prejudica bastante o associado. Mais um motivo bastante importante, é que a associação deve sempre acompanhar de perto as condições de trabalho dos seus associados. Para isso, podem ser feitas análises, visitas à empresa, e até mesmo envio de notificações caso seja notado algum problema. Mas se o associado trocou de empresa, por exemplo, e isso não foi atualizado, não será possível realizar nenhuma das atividades citadas. Garantia da comunicação A comunicação da associação com os seus associados é o pilar que dá força a qualquer organização. Realizar reuniões frequentes para debater sobre os assuntos de interesse de uma classe é o que faz o progresso acontecer. Contudo, se dados básicos dos associados como telefone e e-mail não estiverem atuais, a comunicação fica bastante difícil e às vezes inexistente. Fator que pode ser facilmente evitado se o cadastro estiver bem atualizado. Manter todas as informações dos associados é, enfim, uma tarefa básica. Mas é extremamente crucial para a tomada de decisão de qualquer sindicato. É sempre importante lembrar que o maior prejudicado em problemas assim é o próprio trabalhador. Isso jamais deve acontecer, o sindicato deve sempre prezar pelo bem do profissional e não prejudicá-lo. Executar, não só todas as atualizações de cadastro mas como todas as tarefas de uma organização sindical manualmente pode se tornar uma grande dor de cabeça. É pensando nisso, que a Pandora soluções desenvolve os melhores softwares para a gestão de entidades sindicais. Gostou? Quer ler mais conteúdos como esse? Acesse o nosso site e nos siga no Facebook e Instagram.

Comunicação

Sindicato: 5 dicas para melhorar a comunicação interna e com os associados

Conhecer novas dicas para melhorar a comunicação interna e com os associados é de extrema importância para que uma instituição cresça e aprimore o seu relacionamento.Sendo assim, surgem os seguintes questionamentos: como se comunicar? O que comunicar? De que forma eu posso passar informações sobre a Federação, Sindicato ou Associação para os demais membros? Portanto, neste artigo, você conhecerá 5 dicas cruciais para melhorar a comunicação interna e com os associados. Afinal, cultivar um relacionamento interno e externo efetivo contribuirá para o clima organizacional da empresa, além de manter a sua equipe motivada, engajada e bem informada. Vem com a gente! Obtenha conteúdo de relevância para melhorar a comunicação interna e com os associados Antes de iniciar qualquer tipo de interação com seus associados, busque deixar claro o que você pretende comunicar e garanta que será uma informação relevante. Através dessa prática, você terá maiores chances de que o seu conteúdo seja levado em consideração pelas pessoas. Dessa forma, antes de iniciar qualquer comunicação, coloque em um rascunho todas as informações necessárias sobre o que você pretende comunicar. Após reler tudo, faça os ajustes necessários e só então encaminhe a mensagem para os colaboradores da sua instituição. Escolha o melhor canal para se comunicar Não adianta realizar uma comunicação clara e efetiva se você não souber escolher o canal correto para iniciar essa transmissão. Além disso, é essencial conhecer bem o canal para escolher a melhor opção para a sua mensagem. Afinal, cada uma delas possui uma finalidade distinta. Veja a seguir um pouco sobre quatro canais muito utilizados pelas empresas: 1- E-mail O e-mail é usado muitas vezes para transmitir conteúdos mais sérios e que necessitam de atenção, como avisos corporativos, contratos, mudanças de cargos, entre outros. 2- WhatsApp Esse popular aplicativo possui uma versão exclusivamente para negócios, o WhatsApp Business. Através dele, é possível apresentar o seu negócio, salvar recados automáticos e até informar os horários de funcionamento quando um associado entrar em contato. 3- Facebook e Instagram Essas duas redes sociais são muito utilizadas pelas pessoas e pode ser uma ótima forma de você divulgar o seu negócio. Entretanto, é essencial que você identifique o nicho do seu público-alvo antes de iniciar qualquer estratégia nelas. Utilize sempre um vocabulário adequado Seja na comunicação interna ou com os associados, é necessário que você transpareça profissionalismo e seriedade. Entretanto, em alguns casos, você não precisa exagerar na formalidade. Atente-se ao horário em que você irá se comunicar Outra dica para você melhorar a comunicação é se atentar aos hábitos dos membros de sua instituição. Dessa forma, você precisa pensar qual é o melhor horário para enviar determinada mensagem. Por exemplo, geralmente o melhor horário para o envio de um e-mail é na parte da manhã, quando as pessoas estão iniciando a sua rotina. Já no caso das redes sociais, um bom horário seria no período da tarde, enquanto as pessoas estão descansando. Seja transparente para melhorar a comunicação interna e com os associados Por fim, para que você consiga uma boa comunicação interna e com os associados, preze sempre pela transparência. Afinal, só assim você passará confiança no assunto que deseja comunicar, seja para pedir uma ajuda ou para motivar toda uma equipe. Gostou? Quer ler mais conteúdos como esse? Acesse o nosso site e nos siga no Facebook e Instagram.

Gestão Sindical, Tecnologia

5 sinais que seu sindicato precisa investir em inovação

Inovar, nos dias atuais, é quase que um compromisso de qualquer esfera: seja o poder público, iniciativa privada, terceiro setor, entre outros. Na realidade da organização, não é diferente e há sinais claros que seu sindicato precisa investir em inovação. Identificar essas lacunas e preenchê-las o quanto antes é indispensável para toda a cadeia envolvida no processo. Ou seja, da gestão, passando pelos sindicalizados, até a forma como se comunica com a própria sociedade, tudo deverá passar pela inovação. E, neste artigo, apontamos os sinais necessários para você investir nesse sentido dentro do seu sindicato. Acompanhe. 1. Inovação na filiação de novos membros Se sua organização apresenta uma queda no número de sindicalizados, a solução é inovar. Isso porque grande parte das pessoas do seu setor (independentemente de qual seja), já estão na era digital e precisam de mecanismos que atendam essa demanda. Por isso, investir em um sistema de gestão sindical, por exemplo, é indispensável para que as pessoas possam, ao menos, filiar-se de forma online. Ainda, você consegue mensurar, por meio de dados e métricas, como está todo o processo no seu sindicato. 2. Queda na arrecadação por falta de inovação Consequentemente, a falta de inovação gera prejuízos financeiros e queda na arrecadação da sua organização. Sem a facilidade que as mídias digitais oferecem, torna-se oneroso para muitos pagarem suas guias e até mesmo fazer a filiação. Em outras palavras, ao identificar que há menos receita, é preciso encontrar onde está o problema. E, para resolver todo o processo, além de ter um controle sobre o caixa do sindicato, sistemas inovadores podem te ajudar nisso. 3. Ações de outros sindicatos Ao olhar para seus parceiros de áreas correlatas, ou até mesmo de quem não tem uma ligação sindical direta com a sua organização, é possível ver que eles estão bem na frente. Novamente, isso pede a inovação. Afinal, quando os filiados identificam que seu sindicato está atrás dos demais, na resposta das demandas e facilitação de mecanismos, é possível que isso seja um complicador. Não tenha medo e busque, nos seus colegas, meios para mudar a realidade. 4. Processos jurídicos lentos e morosos Talvez um dos maiores desafios de qualquer sindicato seja fazer uma abordagem metodológica de todos os processos judiciais. A solução? Sim, inovar e trazer uma ferramenta de gestão que faça um apoio e centralize essas informações. Não se esqueça de lidar com toda aquela papelada. Além de organizar, aumenta a produtividade do seu departamento jurídico. Ainda, o mais importante: contribui para a celeridade de processos dos sindicalizados. 5. Os mecanismos são os mesmos de 10 anos atrás Por fim, algo latente e facilmente identificável: quando a forma de trabalho e os mecanismos para tal são os mesmos de 10, 15, 20 anos atrás, há algo de errado e mostra que seu sindicato precisa investir em inovação. Lembre-se: quanto mais relutante for a organização no que diz respeito à tecnologia, mais tempo demorará, no futuro, para que todos se adaptem à realidade. Ou seja, é preciso desde já inovar e deixar o trabalho analógico que já faz parte do passado. Gostou? Quer ler mais conteúdos como esse? Acesse o nosso site e nos siga no Facebook e Instagram.

Suporte, Tecnologia

Os benefícios do controle efetivo dos cadastros de associados ao sindicato

Todos sabemos como é trabalhoso manter organizado o gerenciamento interno de entidades do terceiro setor e associações em geral. Isso se torna evidente quando procuramos manter um controle efetivo dos cadastros de associados a um sindicato. O maior empecilho para o êxito nessa área é a utilização de metodologias e ferramentas ultrapassadas. Documentos de Word, planilhas de Excel ou mesmo pilhas enormes de arquivo de papel… Neste post, você vai conhecer os benefícios de se utilizar meios mais eficientes e atuais. Com as novas tecnologias, é possível automatizar de criação e manutenção de dados. E, assim,  controlar os cadastros de associados ao sindicato. Por que os meios tradicionais de controle são ineficientes Já falaremos dos benefícios. Antes disso, é é importante pensarmos o motivo de ferramentas tradicionais como Word e Excel não serem as opções mais eficientes para gerenciar cadastros. Por mais úteis que sejam, esses programas não trazem tanta agilidade na hora de se armazenar e manusear dados cadastrais. Na prática, eles acabam sendo utilizados de modo semelhante aos velhos cadastros manuais. Apesar de trazerem menos dificuldades por serem operados por meio de um computador, arquivos de texto e planilhas de dados ainda são limitados. Isso se torna evidente quanso observamos a falta de velocidade na hora de encontrar informações cadastrais essenciais para o sindicato. Suponhamos que você quer saber o número de associados ativos ou a quantidade de desassociados em determinado período. Com essas ferramentas será necessária uma triagem mais demorada. Pior que isso, pode ser ainda que hajam casos em os dados pessoais tenham sido digitados erroneamente. É verdade que, se tais informações estiverem em Excel, elas até podem ser obtidas com rapidez maior do que em arquivos de papel. Porém, exigirão o uso de fórmulas específicas pouco práticas para a maioria dos funcionários. Como consequência, os processos se tornam menos ágeis e a produtividade fica prejudicada. Sistema personalizado de gerenciamento de cadastros Um sistema de gestão de dados cadastrais feito sob medida para o sindicato do qual você faz parte traz benefícios relevantes para a sua associação de classe. O primeiro deles é, sem dúvida, o aumento de agilidade nas ações rotineiras. E essa agilidade é consequência da automatização nas coletas de informações importantes, como datas de aniversário ou pagamentos, entrada de novos membros e número preciso de desassociados. Outro fator para o aumento da velocidade é utilização de modelos mais modernos. Agilidade que vem das interfaces mais amigáveis e processos mais facilitados de processamento de informações. Isso ocorre porque esses sistemas são criados exclusivamente para as necessidades da atividade sindical. E não apenas a adaptação e utilização de fórmulas complicadas e generalizadas para planilhas de Excel. Consequentemente, a redução de gastos é inevitável, pois menos tempo e menos esforço dos trabalhadores será exigido para cuidar de cadastros, além da inevitável otimização de investimentos gerada por um panorama mais preciso da organização. Sobre Pantheon O Pantheon é o produto da Pandora feito especialmente com o objetivo da criação e manutenção de dados para o controle dos cadastros de associados nas entidades, ativistas e de personalidades. Tarefas antes trabalhosas – emissão de mala direta, e-mails, cadastramento de pessoas físicas e jurídicas de relacionamento, cadastramento de CIPAs e seus membros, controle de eventos etc. – tornam-se mais práticas com o seu uso. Gostou? Quer ler mais conteúdos como esse? Acesse o nosso site e nos siga no Facebook e Instagram.

Gestão Sindical

Seu sindicato está pronto para a LGPD? Descubra aqui!

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) praticamente impulsiona as organizações a se concentrarem mais nos usuários. Para tanto, ela cria plataformas e métodos que dêem mais transparência às transações e uso das informações de clientes, fornecedores e parceiros. As experiências dos usuários combinadas com a segurança da informação precisam ser fortalecidas. Isso vai além da implementação de mecanismos. Cada vez mais pessoas terão que ter os meios para gerenciar quais dados desejam compartilhar e quais dados não desejam compartilhar. Neste artigo, vamos explicar todos os potenciais benefícios dessa lei. Com ele, você poderá entender se o seu sindicato está pronto para seguir essas diretrizes. Ficou interessado? Venha conosco! Entendendo a LGPD A LGPD pode ser resumida como uma nova lei que exige que organizações públicas e privadas cumpram os padrões de segurança para evitar furtos, vazamentos e vendas ilegais de informações digitais e eletrônicas. Na prática, trata-se da Lei nº 13.709 , de 14 de agosto de 2018. Abrange o tratamento de dados pessoais, inclusive em meio digital, por pessoas físicas e jurídicas de direito público ou privado. Antes da promulgação dessa lei, os códigos legais brasileiros eram um tanto vagos no que diz respeito à proteção de dados pessoais e privacidade, especialmente online. Principais benefícios A LGPD atenua as dúvidas e torna mais claras as regras relativas à privacidade no país. Ao seguir a LGPD, as organizações se tornam mais transparentes com seus clientes e membros envolvidos. Nesse sentido, essa relação se torna mais próxima e duradoura por meio da confiança. Afinal, a privacidade de dados está sempre na ordem do dia, é possível atuar com segurança. E as atualizações de segurança em redes, servidores e infraestruturas são realizadas com a certeza de que não haverá alterações bruscas na legislação. Para estar em conformidade com o LGPD, você precisa saber exatamente quais informações confidenciais o seu sindicato possui sobre as pessoas. Nesse viés, é importante realizar auditorias. Bem como organizar melhor as operações e aprimorar os processos de gerenciamento de dados. Soluções ideais Seguindo as diretrizes da LGPD, as novas organizações que desejam aproveitar os benefícios dessa legislação devem seguir alguns passos. O investimento em inteligência de mercado é essencial. Plataformas de Business Intelligence, Business Analytics e projetos que empregam métodos como Design Thinking, entre outros, são bem-vindas. Elas auxiliam em uma abordagem mais inovadora para garantir a privacidade dos dados e atualizar o modelo de negócios. Por meio de uma comunicação mais estruturada, você pode otimizar facilmente o seu processo de gerenciamento. Isso é essencial porque os membros do sindicato podem perceber quando a administração não se preocupa com a organização. Além disso, armazenar e compartilhar dados e informações da melhor maneira trará utilidade para quaisquer atividades de gerenciamento neste ambiente organizacional. Portanto, é importante estabelecer todo o fluxo de trabalho, determinar quais processos precisam ser alterados e buscar automatizar todos os aspectos das funções do sindicato. Gostou? Quer ler mais conteúdos como esse? Acesse o nosso site e nos siga no Facebook e Instagram.

Gestão Sindical, Tecnologia

Saiba como um sistema de geolocalização pode ajudar seu sindicato

Você já se perguntou por que um sistema de geolocalização é tão importante para o seu sindicato? À medida que a tecnologia continua a progredir, o GPS continuará a ter aplicações novas e mais valiosas em nossa vida cotidiana. O GPS revolucionou nossas vidas diárias. GPS ou Sistema de Posicionamento Global fornece serviços de rastreamento por satélite que são úteis em uma variedade de aplicações comerciais e pessoais. Graças ao advento da tecnologia, a importância do GPS em nossas vidas diárias está aumentando rapidamente. A introdução do sistema de rastreamento de veículos GPS é um exemplo. Ele encontrou enormes aplicações comerciais para empresas de táxi e serviços de entregas, entre outros. A maioria das organizações percebeu a importância da tecnologia GPS para obter maior eficiência e, assim, proporcionar melhores benefícios às pessoas. Entenda de uma vez por todas como um sistema de geolocalização pode ser útil para o seu sindicato. Boa leitura! Vantagens nos negócios Muitas empresas e agências governamentais usam comunicações sem fio para rastrear a localização de seus veículos. Alguns dos receptores GPS foram integrados a telefones celulares, rádios móveis e terminais de dados móveis para atender às necessidades dos gestores de frota. A maioria dos pilotos está recorrendo ao GPS como um auxílio à navegação para suas aeronaves. Da mesma forma, existem tantas aplicações no campo da engenharia, mercado de levantamento topográfico, inclusive nos sindicatos. Em síntese, abrange uma área ilimitada de setores funcionais dentre as diversas organizações presentes no mercado. Impactos na sociedade O GPS teve um impacto tremendo em nossa sociedade. Nosso ambiente se tornou um lugar mais fácil e seguro para se viver com essa tecnologia. Como o GPS tem tantas variedades de dados de mapas e rotas, você pode obter acesso a muitas informações instantaneamente, sem muito atraso. Alguns dispositivos GPS incluem câmeras digitais e informações meteorológicas. Com a ajuda da tecnologia GPS, é fácil posicionar pontes, marcadores de levantamento, edifícios e diversas outras grandes infraestruturas. O GPS não se limita aos meios de transporte, mas também é bastante comum nos ambientes organizacionais. Os sistemas GPS ajudam o indivíduo a localizar pontos de interesse. Por exemplo, podem-se buscar os lugares desejados e parar nas cidades que você visita. Se precisar de cuidados médicos, pode encontrar um hospital por meio do GPS. Pesquisar pontos de interesse em um GPS é uma grande vantagem por si só. Desde que o GPS não seja tratado como um dispositivo sem erro, esta tecnologia torna a vida mais fácil e um pouco menos estressante ao tentar ir do ponto A ao ponto B. Por todos esses fatos, fica claro que o GPS é uma das tecnologias brilhantes introduzidas pelos humanos. Como no caso do transporte, tem sido uma bênção para os motoristas e também para os exploradores. As empresas são capazes de rastrear seus funcionários e, assim, alcançar uma melhor produtividade. Da mesma forma, ajuda vários campos e, assim, torna o dia a dia melhor. Gostou? Conheça agora mesmo nosso sistema de geolocalização ideal para o seu sindicato, acesse o nosso site e nos siga no Facebook e Instagram.

Votação On-line

Quem deve realizar a apuração da urna eletrônica? Prestador ou comissão eleitoral?

Utilizada desde 1996, a urna eletrônica é um mecanismo responsável por acelerar o processo de apuração de votos no país. Ela permite uma maior segurança no que se refere à proteção dos dados do pleito. Além disso, proporciona que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tenha acesso aos resultados finais em um menor espaço de tempo. A praticidade e da agilidade na transmissão de informações que ela proporciona é inegável. Apesar disso, o funcionamento das urnas eletrônicas ainda convive com dúvidas. Afinal, de que modo a confiabilidade dos dados armazenados na urna é assegurada com precisão? Como funciona a apuração dos votos? Quem são os responsáveis por essa apuração? Entenda a seguir um pouco mais sobre o processo de apuração dos votos na urna eletrônica. Armazenamento e contagem dos votos Microcomputador de uso exclusivo para as eleições, a urna eletrônica é caracterizada por ser um equipamento resistente. Outras características são: as pequenas dimensões; a leveza; os dispositivos de segurança; e a autonomia de energia. A urna é composta por dois terminais. Um deles é destinado aos mesários, portanto chamado de terminal do mesário. O outro é destinado ao eleitor, sendo chamado de terminal do eleitor. No terminal do mesário ocorre a identificação e a autorização do eleitor a votar, enquanto no terminal do eleitor o seu voto é registrado numericamente. Antes do início de qualquer votação é efetuada a impressão, pela urna eletrônica, de um relatório conhecido como zerézima. Esse documento tem a finalidade de comprovar que não foram computados votos no equipamento até aquele momento. Para tanto, traz a lista de todos os candidatos registrados na urna. Esse procedimento deve ser conduzido pelo presidente da seção eleitoral, testemunhado pelos mesários que irão atuar na seção, assim como de fiscais dos partidos políticos participantes da eleição. Após ser impressa, a zerézima deve ser assinada pelos presentes. Após o término do horário de votação, cabe ao presidente da seção digitar uma senha na urna para concluir o processo. Nesse sentido, é por meio do registro digital do voto (RDV), o arquivo onde estão armazenados os votos registrados pelos eleitores, que vai ser gerado o chamado boletim de urna (BU). Trata-se do relatório onde vão constar todos os votos da seção, incluindo brancos e nulos, bem como dados da seção, identificação da urna e quantidade de eleitores que votaram naquela respectiva seção. Processos garantem segurança do pleito Ele deve ser impresso e também gravado em uma mídia de memória, como flashcards, visto que as urnas não possuem acesso à internet. Cada arquivo armazenado na mídia conta com uma assinatura digital criptografada, garantindo a maior segurança desses dados. Assim como a zerézima, uma das vias do BU deve ser encaminhada para a junta eleitoral encarregada daquela seção. Do mesmo modo, os dados de cada urna eletrônica também são codificados em mídias de memória, que são levadas para algum ponto em que se possa acessar a rede privativa da Justiça Eleitoral, dispensando a necessidade de se transportar a urna eletrônica para a totalização dos votos. Com a conclusão da verificação de autenticidade dos dados armazenados nas urnas, esses dados são encaminhados, por redes próprias de transmissão, para o respectivo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Nele, as informações são retransmitidas para o TSE, em uma rede privada de conexão que envolve os locais de votação, cartórios eleitorais, TREs estaduais, para a contabilização dos resultados. Na apuração de votos dos demais cargos, como deputados, senadores e governadores, a contagem é feita nos servidores dos TREs. Gostou? Quer ler mais conteúdos como esse? Acesse o nosso site e nos siga no Facebook e Instagram.

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