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Gestão Sindical

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Os sindicatos e a transformação digital

Vivemos em uma Era caracterizada pela intensa revolução e inovação digital. É comum que a internet nos auxilie ou, até mesmo, faça por nós várias atividades do dia a dia. Além disso, o trabalho é um dos setores mais afetados pelo desenvolvimento da tecnologia. A todo o momento surgem novas máquinas e programas que facilitam o desempenho dos funcionários e otimizam a rotina das empresas. A pandemia causada pelo Covid-19 impulsionou ainda mais o uso da tecnologia no cotidiano, afinal, esta era a única maneira de se relacionar com as pessoas. Sendo assim, um órgão muito importante para os trabalhadores teve que se reinventar para continuar desempenhando suas atividades mesmo na quarentena: o sindicato. Os sindicatos e a transformação digital Com as severas orientações acerca do isolamento social, os sindicatos tiveram que se reinventar completamente em um curto período de tempo, a fim de continuarem desempenhando seu trabalho a distância. Isso foi um desafio, pois os sindicatos trabalham muito em contato com as pessoas, estabelecendo diálogos entre toda essa rede de trabalhadores e, ainda, precisam monitorar se as empresas estão garantindo aos funcionários todos os seus direitos. Fazer isso de maneira virtual é algo complexo, situação agravada pelo fato de que os sindicatos não tinham nenhum preparo para essa mudança brusca na forma de trabalho. Um momento importante para que os sindicatos vissem a importância de se trabalhar em conjunto com a tecnologia foi a campanha Trabalhou Tem Direito, realizada pelo Sinthoresp (Sindicato dos Trabalhadores de Hotéis, Bares, Restaurantes e Similares de São Paulo e região). O objetivo dessa campanha era fazer com que a operadora do McDonald’s, Arcos Dourados, pagasse aos seus 7 mil ex-funcionários a participação dos lucros pelo período trabalhado, direito garantido pelo Programa de Participação dos Resultados. Sem a internet, teria sido impossível localizar tantas pessoas. O marketing digital feito através, principalmente, das redes sociais vem sendo fundamental nessa campanha. Isso mostrou que, mesmo em um período sem pandemia, o meio digital é um grande amigo das atividades sindicais, já que algumas ações só são possíveis através da internet. Visando, portanto, o efetivo acompanhamento da rotina dos trabalhadores, os recursos digitais começaram a ser utilizados. As assembleias, por exemplo, passaram a ser feitas virtualmente, respeitando as regras de isolamento. Isso foi muito importante para o engajamento dos sindicatos na situação dos trabalhadores, pois a quarentena fez com que a demanda pelos serviços dessa categoria aumentasse.Muitas empresas passaram por um processo de demissão em massa, principalmente no início da pandemia, e era essencial que os sindicatos acompanhassem esse processo para garantir que nenhum dos direitos fosse negligenciado. O atendimento aos trabalhadores passou a ser feito 100% online, foi necessária toda uma inovação nesse setor para que todos fossem ouvidos. Em vista de todas essas mudanças tecnológicas que foram feitas pelos sindicatos durante o período de isolamento social, podemos concluir de que a tendência é que essa categoria se torne cada vez mais inovadora. Afinal, uma vez que se dá vários passos rumo ao progresso, se torna inviável voltar atrás, a tendência é sempre seguir adiante. Para mais conteúdos como este, continuando navegando pelo nosso blog.

Gestão Sindical, Votação On-line

Como fazer a convocação para uma assembleia online?

Engajar pessoas a assumirem um papel ativo nos momentos de tomada de decisão nunca é tarefa fácil, não é mesmo? Neste momento histórico e atípico, em que é necessário evitar aglomerações, o desafio é maior ainda. Afinal, como convocar o grupo que você representa para participar de uma assembleia online? Preparamos algumas dicas imperdíveis para te ajudar nessa empreitada. Confira a seguir: Se possível, envie também uma convocatória “off-line” É claro que, com as medidas de distanciamento social, o alcance de comunicados impressos é relativamente limitado. Mesmo assim, atribuir alguma materialidade à convocação da assembleia online pode ser uma medida importante para que todos compreendam que o encontro virtual é tão importante (e sério!) quanto uma reunião presencial. Para isso, vale fixar o edital de convocação em murais de avisos ou, se viável, apostar na boa e velha caixa de correio para garantir que o informativo chegue às casas dos destinatários. Mensagens instantâneas são eficientes A tendência é que as pessoas verifiquem as mensagens que recebem em seus celulares com mais frequência do que outras mídias. Por isso, apostar nessa linguagem para enviar a convocação virtual de assembleia costuma ser eficaz. Aplicativos como WhatsApp e Telegram possuem funções de listas de transmissão. Essas ferramentas asseguram que o mesmo recado chegue como uma mensagem individual a um grande número de usuários, sem que seja necessário contatar um por um manualmente. É uma estratégia importante, já que grupos são mais impessoais, além de muitos membros não os verificarem com frequência. Aposte em mais de uma plataforma A diversidade de mídias digitais em que a convocação será feita aumenta as chances de que o recado chegue a todos. Portanto, publicar o aviso em mais de um site ou aplicativo pode ser crucial para aumentar seu quórum. A escolha das plataformas utilizadas, contudo, irá depender do perfil do grupo, e do quão organizado é o seu registro de contatos. Algumas preocupações possíveis: você possui os telefones de todos? Redes sociais? Endereços eletrônicos? Há algum meio fácil e objetivo de fazer a coleta desses dados, caso você não os tenha em mãos? Feita essa reflexão, é importante pensar onde sua base se encontra, dentro do contexto do ambiente virtual. Para grupos mais diversos e generalistas, por exemplo, criar um evento no Facebook costuma funcionar. Já quem possui um perfil mais tradicional, em termos de uso da internet, tende a atender a um chamado formalizado por e-mail com mais facilidade. Audiências mais jovens, por sua vez, podem ser engajadas a comparecer por meio de stories e/ou publicações comuns no Instagram. Antes do encontro, instrua as pessoas sobre a plataforma a ser utilizada na reunião Discord, Zoom, Microsoft Teams, Skype, ou até mesmo o próprio WhatsApp, as possibilidades para realizar um encontro coletivo remoto, incluindo suporte para áudio e vídeo, são bem diversificadas. Mesmo assim, nem todos estão familiarizados com as suas ferramentas. Já no ato da convocatória, é fundamental encontrar meios didáticos de instruir os participantes sobre como acessar a assembleia online e criar uma conta para ingressar na reunião. Isso é importante para que as pessoas tenham tempo de se preparar e ambientar. Também vale estabelecer um intervalo maior que o habitual entre a primeira e a segunda chamadas, considerando eventuais dificuldades de login e conexão nessa organização atípica. E aí, gostou das dicas? Nesse caso, não deixe de compartilhar o artigo para que mais pessoas possam ter acesso a essas ideias. Não deixe de navegar pelo nosso site para obter mais informações sobre tecnologia e mundo digital.

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Ação sindical e uso da tecnologia da informação

Numa quarta-feira, primeiro de julho de 2020, milhares de entregadores “empregados” pelas empresas que controlam aplicativos, como Rappi, I-Food, Uber Eats e similares, fizeram greve no Brasil todo. O movimento culminou com manifestações massivas em São Paulo (SP) Campinas (SP), Santo André (SP) e Ribeirão Preto (SP), Rio de Janeiro (RJ), Recife (PE), Salvador (BA), Maceió (AL), Fortaleza (CE), Teresina (PI) Brasília (DF) e Belo Horizonte (MG). Ação sindical e uso da tecnologia da informação O que aconteceu exatamente? Os entregadores se organizaram ao longo do mês anterior para preparar a greve; se mobilizaram, pediram apoio e solidariedade aos clientes dos aplicativos, paralisaram as atividades, fizeram manifestações de rua, deram ampla publicidade às suas reivindicações ganhando assim a simpatia e a cumplicidade da opinião pública, e, por fim, marcaram nova paralisação para o final do mês. Trata-se de uma atividade de natureza essencialmente sindical – mas organizada à margem das entidades.(1) Um setor da classe trabalhadora, produto direto da precarização imposta em nível mundial pelo capital e materializada no Brasil pelas reformas trabalhistas de Temer e Bolsonaro, se une e se organiza em defesa de suas reivindicações. Assim, uma massa disforme e pouco visível de “empreendedores” torna-se uma categoria de trabalhadores com voz ativa. As reivindicações não foram atendidas, porém a relação de forças mudou e algumas decisões judiciais já estão favorecendo os trabalhadores. Como isso foi possível? Como “empreendedores” dispersos fisicamente conseguiram criar esse fato político? Com disposição de combate sem a qual não existe atividade sindical. Mas, quais foram os meios que possibilitaram mobilizar trabalhadores que pouco se consideram parte de uma categoria e ao mesmo tempo unificar pautas de reivindicações, planejar ações e dialogar com a opinião pública? Com o amplo uso da tecnologia da informação! Os trabalhadores se utilizaram da internet e das ferramentas nela hospedadas, que foram desde aplicativos de mensagens, passando pelas redes sociais e conferências, chegando aos vídeos de propaganda. Todo esse arsenal foi mobilizado com inteligência, possibilitando a paralisação. Esse fato precisa ser entendido pelo movimento sindical por seu profundo significado tanto político como organizacional: trata-se do uso da tecnologia.  A mesma tecnologia que tornou possível a precarização e a super exploração de uma categoria de trabalhadores pode ser um poderoso instrumento de ação sindical, se utilizada com inteligência e com propósitos políticos adequados. Nas décadas de 1970 e 1980 do século passado, o movimento sindical brasileiro começou a se reorganizar contra o arrocho imposto pela política econômica da época – Ditadura Militar – e os trabalhadores passaram a retomar o controle de suas entidades expulsando os dirigentes considerados “pelegos”.(2) Nesse movimento os bancários tiveram um papel de destaque, principalmente em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e em Porto Alegre. A categoria era extremamente numerosa e concentrada. A quase totalidade dos bancários trabalhava em agências; as maiores agências, próximas entre si, ficavam nos centros de negócios das grandes cidades. Os demais bancários trabalhavam nos Centros de Processamento de Dados (CPDs) e nos Centros Operacionais responsáveis pelas atividades de retaguarda, como, por exemplo, o Setor de Compensação. Com um único carro de som ou uma única equipe de panfletagem era possível ter acesso a uma grande parte da categoria. Essa situação favoreceu o desenvolvimento de um sindicalismo “clássico” que tomava emprestado os meios de luta e organização do movimento operário: assembleias massivas, passeatas, panfletagens, piquetes e greves. Sabemos da significativa mudança do trabalho bancário nos últimos 40 anos, nos quais a categoria foi numericamente reduzida a uma fração do que era. A atividade foi fragmentada e hoje boa parte das operações é executada pelos próprios clientes nos terminais e aplicativos. Os processos de terceirização e precarização agravaram a fragmentação da categoria. Se a necessidade da ação sindical continua existindo, os meios devem mudar, e o movimento dos empregados dos aplicativos pode indicar o caminho. As redes sociais podem servir de espaço de mobilização, informação e debate, reduzindo dessa forma a dispersão física e substituindo a reunião ou assembleia tradicional. As aplicações de mensagens assumem a função da “rádio peão”; decisões podem ser tomadas em rápidas videoconferências; e, por fim, plataformas de publicação de vídeo são instrumentos poderosos de esclarecimento e propaganda. Esses instrumentos – que, lembremos, são meios e não substituem a vontade e o rumo político – possibilitam o que o técnico do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP), João Guilherme Vargas Netto, chama, em artigo publicado na internet em novembro de 2018, de “renascimento dos sindicatos”.(3) Não se trata de fenômeno totalmente novo. Assim foi organizada em maio de 2018 a histórica paralisação nacional dos caminhoneiros que pôs de joelhos e por pouco não derrubou o governo Temer. Sem o uso da tecnologia teria sido impossível organizar, orientar, informar e mobilizar categoria tão dispersa, heterogênea e sem tradição de luta sindical. Mais recentemente as campanhas salariais de sindicatos tradicionais como o Sindicato dos Professores de São Paulo (SINPRO-SP) também se apoiaram fortemente em ferramentas tecnológicas. Esse fenômeno não está circunscrito ao Brasil. Nos Estados Unidos, na década de 2010, verificou-se um renascimento sindical (4) impulsionado pelos millenials (jovens adultos, assim são chamados os nascidos entre a década de 1980 e os primeiros anos do século XXI). Esses jovens foram excluídos do suposto boom econômico que concentrou as riquezas nas mãos de um grupo cada vez menor e mais rico. Não têm perspectiva no curto prazo, nem educação política “tradicional”. Mas se lançam à luta ignorando o passado das entidades. Esse renascimento sindical tem a marca da tecnologia. Os sindicatos já estruturados, como “os bancários”, devem também se utilizar dessas ferramentas (tecnologias). Mas não se trata de “espontaneísmo”. Para que sejam úteis, com benefícios perenes, é necessário adotar uma boa infraestrutura tecnológica: ferramentas bem escolhidas e treinamento adequado às pessoas envolvidas na utilização. Tudo isso aliado a serviços que aproximem o sindicato do trabalhador. Por exemplo: carteirinha virtual, consulta a processo trabalhista, solicitação de benefício, cursos de formação, estadia em colônia de férias etc. Esses recursos compõem o que chamamos de segunda geração da informatização das entidades sindicais, ou de “sindicato virtual”. São dependentes da internet e da conectividade. Visam alcançar, dialogar e dar voz ao trabalhador independente de seu local de trabalho. A primeira geração “da informatização” foi impulsionada, no Brasil, pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) a partir do final da década de 1980.

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O impacto da LGPD na segurança da informação no sindicatos

A nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) entrará em vigor em janeiro de 2021; foi adiada em razão da pandemia do novo coronavírus. Entretanto, pouco se têm discutido sobre o seu impacto na segurança da informação do Sindicato. Seja na internet ou em lugares físicos, os dados pessoais são expostos e colhidos por empresas que os aplicam em suas estratégias. O que ocorre é que os dados são coletados, muitas vezes, sem consentimento da pessoa. A LGPD, por sua vez, considera primordial a noção de recolhimento de informações por parte dos usuários e lhes concede o poder de alterar ou excluir o que foi captado. Seus princípios envolvem a finalidade, transparência e segurança. Agora, as empresas devem pedir permissão para tal coleta e, se não o fizerem, estarão sujeitas às penalidades da nova lei, que no âmbito civil, pode chegar à multa de R$ 50 milhões por incidente. Por esse motivo, confira abaixo os impactos dela no Sindicato. Impacto da LGPD no Sindicato Sem exceções, todas as companhias devem adotar medidas de boas práticas para evitar que os dados sejam violados, principalmente porque está previsto na LGPD que este ato será considerado como critério atenuante das penas. Em cada empresa, deverá existir o Encarregado de Proteção de Dados (DPO) para promover esta cultura de segurança, que será fiscalizada pelo órgão de Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Quando falamos nos dados e nas relações trabalhistas, as informações pessoais são utilizadas em: • Processos seletivos; • Contratos de trabalho; • Rescisões contratuais; • Terceirização de serviços; • Contratações de autônomos. Como na relação de trabalho os dados do contratado vigoram desde a fase pré-contratual até a entrada efetiva na empresa, qualquer mudança que possa haver no contrato, o Sindicato deve ser consultado para a defesa de direitos. É papel do Sindicato avaliar as condições de cada coleta referente aos profissionais que defende, para averiguar se a lei está sendo cumprida e se os direitos dos trabalhadores estão vigentes. Principalmente com a LGPD, o Sindicato deve exigir transparência na coleta de dados caso algum membro de sua classe se sinta desrespeitado ou violado. Todos os empregadores devem fornecer explicações aos seus funcionários sobre a questão do repasse de informações também aos Sindicatos. Entretanto, pelo fato de o consentimento por parte do titular ter que ser expresso, a autorização poderá ser realizada por meio de assembleias da entidade sindical, para que a classe se manifeste em conjunto a respeito deste assunto. Nesta assembleia sindical, os trabalhadores expressam suas autorizações em listas destinadas ao Sindicato, passam a ser negociações coletivas e não mais individuais, para promover benefícios unânimes aos pertencentes da categoria. Esta negociação coletiva não viola o direito dos trabalhadores e está pautada na unicidade sindical com o intuito de representar o interesse da classe, de acordo com o 8º artigo da Constituição Federal. Após a autorização realizada em assembleia, a cláusula convencional deve conter a data da reunião e a abrangência geral de todos os integrantes que aquele Sindicato representa. A questão deste repasse de informações dos empregados à assembleia não infringe a LGPD, pois corresponde à solidariedade, boa-fé objetiva e à função social do pacto coletivo no 7º artigo da Constituição Federal. Ficou alguma dúvida pendente ou deseja saber mais sobre o assunto? Acesse nosso site e fique por dentro dos nossos conteúdos!

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5 dicas para aumentar a produtividade nos sindicatos

Precisa aumentar a produtividade do seu sindicato? Saiba que a falta de organização interna pode ser a grande culpada de dificuldade de cumprir prazos, metas e até na má prestação de serviços. Veja essas dicas para melhorar a produtividade da sua equipe! Tenha boa divisão de tarefas e ferramentas Dois pontos devem ser observados primeiro: a divisão de tarefas entre os colaboradores e as ferramentas que eles dispõem para trabalhar. É muito difícil fazer uma gestão eficiente no seu sindicato sem dispor de ferramentas para isso. Além do mais, a má divisão de tarefas entre funcionários e setores pode atrapalhar a organização dos processos internos. O resultado é dificuldade de comunicação, maior ocorrência de falhas humanas, e no fim das contas não existe produtividade, pois a equipe não tem recursos para isso. Fique de olho na sobrecarga dos colaboradores Como consequência até da falta de divisão de tarefas temos a comum sobrecarga de trabalho, infelizmente muito comum em muitas empresas. A fim de evitar isso no seu sindicato, é importante deixar claro todas as atividades da empresa, dividi-las por setores e por último por colaboradores. A sobrecarga é uma grande inimiga da produtividade, afinal, ser produtivo é realizar com excelência as tarefas mais rápido e não acumular atividades. Quanto mais isso acontece, mais erros você pode ter, pois as pessoas ficam com dificuldade de ter rendimento após grandes somas de trabalhos e horas extras. Todos esses fatores que citamos na dica anterior e nesta podem virar uma verdadeira bola de neve dentro do sindicato, dificultando na prestação de serviço de qualidade. Promova reuniões mais rápidas As reuniões internas são essenciais para ajustar questões do dia a dia de trabalho e produzir melhor, além de traçar metas. Por outro lado, perder muito tempo nessas reuniões pode afetar a agenda de trabalho da equipe. Então, a fim de evitar perda de tempo, temos duas dicas essenciais: pauta e ficar de pé. Isso mesmo! Antes de iniciar uma reunião tenha todos os pontos de pauta a serem discutidos naquele dia. E ficar de pé pode ajudar a todos entenderem que aquele momento será rápido e direto, então tanto os presentes quanto o gestor internalizam esse conceito. Faça o teste e veja os resultados. Crie metas para a sua equipe A meta é aumentar a quantidade de filiações em 20%, pois bem, as reuniões com a equipe e o gestor vão trazer as atitudes necessárias para isso. Os colaboradores conseguem trabalhar melhor em cima de uma meta, pois atuam em direção a um objetivo em comum. Para isso é importante que haja organização entre os diretores e gestores a fim de traçar esses objetivos e caminhos para a equipe chegar lá. Não abra mão dos momentos de descanso dos colaboradores Lembrando mais uma vez que produtividade não significa simplesmente trabalhar muito, mas de forma efetiva em menos tempo. Isso quer dizer que as pessoas precisam ter seus intervalos, não adianta emendar turnos ou promover dezenas de horas extras. Todas essas dicas visam melhorar o dia a dia do seu sindicato e a melhor consequência disso é a produtividade. Se precisa de ferramentas que vão facilitar o dia a dia da equipe do seu sindicato, venha conhecer o nosso trabalho!

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Indicadores de desempenho: saiba como aplicar na gestão do seu sindicato

Toda integração de uma equipe em função de um resultado, seja econômico ou social, precisa de gerenciamento. A gestão feita com efetividade pode aumentar a produtividade, qualidade dos resultados e de vida de uma equipe. As organizações sindicais estão percebendo a importância de aplicarem sistemas gerenciais no seu trabalho para que o desenvolvimento seja possível. Já entendendo essa importância, as entidades sindicais caminham nesse sentido e começam a aplicar os Indicadores de Desempenho. Para entendermos como aplicar essa ferramenta na gestão do seu sindicato é preciso entendermos como ela funciona, e nós vamos te ensinar neste artigo tudo sobre esse assunto. Indicadores de Desempenho: o que é na prática? Em termos práticos esse conceito fala sobre a análise dos resultados de um trabalho. Essa análise tem como função aprimorar os processos e as performances, além de melhorar os resultados. Desse modo, a análise desses Indicadores precisa ser realizada de acordo com cada tipo de trabalho. Como o foco é melhorar os resultados e também a qualidade do trabalho, cada negócio geralmente constrói uma análise fiel aos seus processos. Alguns benefícios que essa análise pode trazer em contextos gerais é a maior organização do trabalho, assim como padronização dos processos e atividades exercidas pela equipe. Sindicatos: precisam de Indicadores de Desempenho? Toda equipe que precisa se integrar em busca de um resultado, seja ele qual for, pode ser grandemente beneficiada por essa ferramenta. É muito comum algumas entidades sindicais relatarem desorganização da equipe. Dessa forma, a aplicação da ferramenta é extremamente benéfica para os sindicatos, por isso, eles precisam. Indicadores de Desempenho nos Sindicatos: como funciona? Os processos para a realização dessa ferramenta são semelhantes aos processos de realização em outros tipos de equipe. Porém, esses indicadores recairão sobre um trabalho diferente, portanto, a própria análise precisa ser feita de modo distinto. É possível aplicar uma ampla gestão no seu sindicato através de sistemas variados e específicos para o seu tipo de trabalho. Uma maneira de aplicar esses Indicadores é utilizar sistemas para pagamentos de contas, por exemplo. Pensando no trabalho de um sindicato, pode se aplicar também essa análise no controle dos fluxos de arrecadação de mensalidades e de contribuição ao seu sindicato. Além desses processos que podem ser otimizados, existem outros diversos. O mais importante é encontrar equipes especializadas em construir sistemas de gestão específicos para o seu tipo de negócio. Apenas com esse olhar especialista é possível utilizar os sistemas e os indicadores de desempenho de modo correto, ou seja, beneficiando o seu sindicato. Nós da Pandora Soluções somos especialistas em desenvolvimento de sistemas de gestão para sindicatos. Através dos nossos sistemas, é possível que você consiga controlar todos os pontos principais de modo que possa exercer os processos da melhor maneira. Dentre os nossos serviços, temos sistemas de geolocalização, controle dos pagamentos dos processos, agendamento de homologação, sistema de apoio jurídico, sistema de processo eleitoral do sindicato e muito mais. Acesse o nosso site clicando em Pandora Soluções e veja as diversas opções de Sistemas criados especialmente para o seu Sindicato!

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Seu sindicato está preparado para a LGPD?

Seu sindicato está preparado para a LGPD? A revolução digital passou por nossos olhos e, por conta do fascínio que causava em seus usuários e mesmo na população em geral, quase não foi possível perceber o que estava se passando. No entanto, passado o encantamento inicial com o mundo de possibilidade que a rede mundial de computadores proporcionou, nós nos demos conta de que essa ferramenta tão incrível e moderna também pode ser usada para fins nocivos. É por conta disso que o Brasil optou por seguir um movimento que vem sendo realizado no mundo inteiro, que é o da regulação dos dados dos diversos usuários da internet. Essas medidas pioneiras visam proteger e garantir que nenhum cidadão tenha sua dignidade violada, seja qual for a forma e o ambiente virtual no qual ele esteja. Se você deseja entender o que é LGPD e como ela afeta o seu sindicato, além descobrir se ele está preparado para essa lei, fique com a gente e confira o artigo a seguir! Acompanhe! Afinal, o que é LGPD? A Lei nº 13.709/18 (Lei de Proteção de Dados – LGPD) é um conjunto de regras jurídicas que tem por objetivo a regulamentação da coleta, processamento e armazenamento de dados pessoais de cliente e usuários da internet. A lei em questão entrou em vigor no dia quinze de agosto deste ano, e muda alguns itens essenciais do Marco Civil da Internet. É inspirada na General Data Protection Regulation (GDPR), regulamentação da mesma natureza, só que em solo europeu. Desse modo, podemos imaginar o quão importante e impactante será a transformação do meio digital e da maneira com a qual lidamos com os dados pessoais no Brasil depois dessa realização. Seu sindicato está preparado para a LGPD? Os sindicatos, assim como federações e associações, são os principais afetados por esse novo conjunto de regras para a atuação no meio digital. Por esse motivo, é extremamente recomendável que esses setores estejam preparados para a implementação dessa nova regulamentação. Veja como: 1. Aprofundar-se Antes de qualquer coisa, você precisa conhecer a nova lei. Só dessa maneira será possível realizar qualquer ação efetiva. Desse modo, reveja os seus processos e altere tudo o que for necessário, incluindo até mesmo termos e contratos de privacidade. Nesse caso é até possível a contratação de um profissional especializado no assunto ou até mesmo uma assessoria. 2. Estabeleça um plano Se disciplina é liberdade, o preparo é a salvação para qualquer situação de conflito. Desse modo, estabeleça um plano e crie um cronograma bem detalhado do processo de transição e de todos os possíveis impactos dessa mudança legislativa. 3. Comunique-se exaustivamente O segredo de uma revolução não está no ato de romper com a ordem vigente, e sim no de fixar a ideologia de uma nova concepção de mundo na cabeça da maior parte da população. Desse modo, para que seu sindicato efetivamente entre em concordância com a lei, será preciso que todos os membros conheçam de cor e salteado todos os trâmites de transição e implementação dessas novas regras digitais. Gostou do artigo de hoje e gostaria de saber mais? Entre em nosso site e descubra sobre esse e diversos outros temas do seu interesse.

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3 erros de gestão financeira em sindicatos e como evitá-los

Uma gestão financeira eficiente é a chave para o sucesso de qualquer instituição. No caso dos sindicatos, não é diferente. É preciso ter estratégias para ter o controle de todas as informações relativas à movimentação financeira, de forma a minimizar os erros e manter a transparência frente aos associados e filiados. Mas, afinal, o que é fazer gestão financeira em sindicatos? Leia para saber mais! O que é e quais os benefícios da gestão financeira sindical? A gestão financeira consiste, basicamente, na organização e controle de todas as receitas e despesas da instituição, garantindo a boa administração dos recursos disponíveis, a potencialização dos lucros e a saúde financeira do sindicato. Com isso, é possível aumentar a credibilidade do sindicato frente aos associados e filiados, bem como atrair novos filiados e oferecer qualidade em seus serviços. É a boa gestão financeira que garante, então, a sustentabilidade das finanças do sindicato, com a garantia do cumprimento adequado das obrigações. Erros comuns de gestão financeira em sindicatos 1. Desorganização no controle das contas O ponto fundamental para uma boa organização das finanças do sindicato é a clareza nos dados referentes à arrecadação e às despesas. É fundamental ter controle sobre os valores recebidos, principalmente referentes às mensalidades, mantendo esses dados devidamente registrados em caso de necessidade de consulta. Em relação às despesas, é fundamental gerenciar os pagamentos que devem ser feitos, registrando todas as informações em planilhas ou em meio digital. É importante manter guardados todos os comprovantes de pagamento, separando-os por data. 2. Não utilizar conta de pessoa jurídica Os sindicatos são pessoas jurídicas. Por isso, é fundamental que todas as entradas e saídas sejam registradas em uma conta PJ própria do sindicato, evitando a confusão entre os dados da entidade sindical e do presidente. Todas as compras também devem ser realizadas em nome do sindicato e tudo deve ser registrado através de notas fiscais, que também devem ser armazenadas, caso precisem ser consultadas posteriormente. 3. Não informatizar a gestão As tecnologias de gestão são extremamente importantes para gerir vários tipos de negócios. Eles permitem o controle eficiente dos gastos e dos dados financeiros, tudo isso de forma simples e rápida. Os softwares de controle e gestão financeira permitem, também, que todas as informações relativas ao setor financeiro do sindicato fiquem concentradas em um só lugar, facilitando a consulta e minimizando as chances de erros. A adoção desses sistemas contribui muito para a transparência dos dados do sindicato, e oferecem serviços como automatização de cobranças, atualização do cadastro das empresas junto à Receita Federal, consultorias com vistas a melhorar a arrecadação da entidade sindical, elaboração de relatórios e gerenciamento dos associados, dentre vários outros serviços. Para contratar um software de gestão financeira, é essencial que o responsável pela entidade sindical esteja atento ao que a sua instituição necessita, optando por uma solução financeira que unifique as tarefas com vistas a obter maior segurança e menos erros em seus processos financeiros. Você tem interesse em conhecer mais sobre o nosso sistema de gestão financeira voltada para entidades sindicais? Entre em contato conosco!

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Como funciona o processo de implantação de um sistema sindical

Hoje, um sistema de gestão se apresenta, sem dúvida alguma, como uma solução fundamental para o sindicato que busca aumentar sua eficiência e produtividade operacional, bem como se destacar em seu nicho de atuação. Um sistema, como é o caso de um software ERP (Sistema Integrado de Gestão Empresarial), pode garantir não apenas isso, mas também a otimização na realização de processos e a satisfação de seus associados. Diante disso, é muito comum que os gestores de sindicatos desejem adotar essa tecnologia. No entanto, muitos deles não sabem como funciona o processo de implantação. Ciente desse fato, montamos este conteúdo para explicar em alguns passos como isso se dá. Confira: Passo 1: Diagnóstico do sindicato (realidade, pontos fracos, pontos fortes, etc.) O primeiro passo para implantar um sistema ou software de gestão em um sindicato é o diagnóstico deste, ou melhor, um estudo aprofundado sobre o negócio, com o objetivo de não só conhecer os processos ou operações, mas também identificar pontos fortes e fracos. Nesse caso, os pontos fortes são reforçados para oferecer resultados melhores. Os fracos, por sua vez, são eliminados. O diagnóstico em relação ao sindicato é fundamental para conhecer a realidade do negócio e com base nisso desenhar a melhor solução, que seja capaz de se adequar perfeitamente à organização (processo de implantação), fazendo com que ela alcance seus objetivos com maior velocidade e economicidade. Passo 2: Maturidade da equipe gestora Após desenhar a solução ideal para o sindicato, conforme sua realidade, é fundamental averiguar a maturidade da equipe gestora em relação à utilização de tal tecnologia. Aqui, busca-se analisar a capacidade da equipe em utilizar corretamente a tecnologia que foi implantada. Saber disso é fundamental para que o sistema de gestão forneça os resultados que se almejam. Passo 3: Treinamento para uso do sistema Esse passo complementa o anterior. Caso seja identificado que a equipe gestora do sindicato não sabe utilizar corretamente o software adotado, é fundamental que a organização, bem como a empresa responsável pela tecnologia, promova cursos ou treinamento voltado para a capacitação profissional em relação ao uso de tal solução. É bom destacar que o processo de implantação é mais do que apenas instalar o software de gestão, como muitos devem imaginar. É preciso saber o nível de recepção de tal sistema por parte do sindicato. Recepção significa, nesse caso, nível de capacidade para usar o software de gestão da maneira correta, de forma a produzir resultados excelentes. Como podemos visualizar, o processo de implantação de um sistema de gestão é complexo. Exige mais do que simplesmente a instalação do sistema no sindicato, uma vez que requer que essa tecnologia seja usada corretamente por aqueles que desejam aumentar a eficiência da organização. Assim sendo, é preciso verificar a capacidade do sindicato para utilizar essa solução com eficiência e produtividade. Ficou com alguma dúvida em relação a este conteúdo? Em caso de resposta afirmativa, não deixe de entrar em contato conosco. Temos uma equipe de atendimento preparada para lhe atender com excelência.

Gestão Sindical

Tire suas dúvidas sobre contribuição sindical

Com a aprovação da Reforma Trabalhista em 2017 , foram feitas algumas alterações na CLT. Alguns pontos modificados ainda geram questões. Esse é o caso das dúvidas sobre contribuição sindical. Nesse artigo você vai encontrar as respostas para as dúvidas sobre contribuição sindical mais comuns. Mas, primeiramente, é necessário entender o que são os sindicatos e por que o trabalhador contribui com eles. Os sindicatos são órgãos de representação que defendem os interesses de determinado grupo de trabalhadores. Entre suas funções estão mediar os conflitos entre patrões e empregados e fornecer o suporte necessário para garantir os direitos de seus filiados. Para manter essa estrutura funcionando é preciso recursos. Sendo que a principal fonte de renda dos sindicatos é a contribuição dada pelos trabalhadores. Dessa forma, todo o mês de março, os empregados direcionam o valor referente a 1 dia de trabalho para os sindicatos. Os valores arrecadados por meio da contribuição sindical são divididos entre diversos órgãos. O rateio é feito assim: • 60% vai para os sindicatos; • 15% para as federações; • 5% para as confederações. • 10% para as centrais sindicais; • 10% para a Conta Especial Emprego e Salário; Dúvidas sobre Contribuição Sindical 1- A Contribuição Sindical é obrigatória? Antes de 2017, a contribuição sindical era um imposto de pagamento obrigatório a todos os trabalhadores, sendo eles filiados ou não ao sindicato da sua categoria. Sendo assim, todo mês de março, o valor referente a um dia de trabalho era descontado da folha de pagamento. A partir de 2017, com a aprovação da Reforma Trabalhista, a contribuição sindical perdeu seu status de obrigatória. Agora, a contribuição sindical só é recolhida pelos trabalhadores que assim o quiserem. Sendo assim, de acordo com o artigo 579 da CLT, os empregados interessados em contribuir com seus sindicatos devem enviar uma declaração por escrito aos empregadores informando o desejo de manter o recolhimento da contribuição sindical. Esse artigo afirma que: “O desconto da contribuição sindical está condicionado à autorização prévia e expressa dos que participem de uma determinada categoria econômica ou profissional, ou de uma profissão liberal, em favor do sindicato representativo da mesma categoria. ” 2- Como o recolhimento é feito? Em 2019 foi aprovada a Medida Provisória 873 que instituía que o recolhimento da contribuição sindical passaria a ser feita por meio de boleto bancário. Dessa forma, a responsabilidade pelo recolhimento passaria a ser do empregado. Entretanto, essa MP acabou não sendo votada pelo congresso e, consequentemente, caiu. Ou seja, deixou de ser levada em consideração. Com isso, o recolhimento da contribuição sindical voltou a ser feito diretamente na folha de pagamento dos funcionários, sendo então, responsabilidade do empregador. 3- Como o pagamento é feito? Depois que o trabalhador informa por escrito sua vontade de contribuir com seu sindicato, será descontado um dia de trabalho da sua folha de pagamento. Desse modo, o recolhimento é feito, sempre, no mês de março. No mês de abril, a empresa fica responsável pelo pagamento da GRCSU (Guia de Recolhimento de Contribuição Sindical). Para realizar a quitação dessa guia, a empresa deve utilizar os valores recolhidos, no mês anterior, junto aos trabalhadores que optaram por fazer a contribuição. Acesse nosso site e descubra como podemos ajudar sua empresa!

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